segunda-feira, 21 de novembro de 2016

Da luta não me retiro!

Com todos os defeitos que existe no filme "Lincoln". Com toda a tentativa de transforma-lo em "Herói" de uma nação. Com toda a importância que ele teve no fim da escravidão nos EUA... Parece atemporal e a-histórico um Trump na presidência dos EUA! Nunca me senti como parte desse mundo. Sempre achei que faltava/falta algo para que ele faça sentido. E mais uma vez a "humanidade" consegue me surpreender negativamente... O mundo (EUA, Brasil, Argentina, etc) assisti passivamente - com raras exceções - o ressurgimento de uma tsunami "ultra-conservador-de-direita". Nós da esquerda, mal conseguimos falar a mesma língua! Será que só eu percebo isso? Cadê os meus pares? Me sinto acuada! E como mulher de personalidade que sou, que não nasceu para ficar calada, prefiro me atirar a espada - fazendo clara alusão a Elis Regina!
E agora passa pela minha cabeça dezenas de livros, musicas, conversas que tive, e a única certeza que fica? Como as coisas estão não podem perdurar por mais tempo.

terça-feira, 1 de novembro de 2016

segunda-feira, 24 de outubro de 2016

"E a saudade no coração.."



E sempre fui movida a música.
Tenho musica para todos os momentos da vida e as mais diversas ocasiões. 
Gonzaguinha existe pra mim com cheiro de coisa boa... 
De amor e saudade.
Mas é o bom e velho Gonzagão que tem músicas da parte mais amada da minha infância na casa do meu avô..
E com o pensamento nele lembro da música..

quinta-feira, 6 de outubro de 2016

Crônicas de uma quinta qualquer.





Na década de noventa quando Adriana Calcanhotto lançou essa música o meu país passava por um dos momentos mais críticos pós- redemocratização da sociedade. Ela foi/é bastante significativa de uma realidade – naquele momento -, que vejo se repetir hoje. E mais uma vez com a mesma impotência. 

Naquele tempo de uma criança no interior de uma cidade nordestina, que nem sabia ao certo o que era “cores de Frida Kahlo”, mas que entendia perfeitamente o que se passava pelo “aperreio” da minha família.

Uma menina completamente inocente da realidade mais dura e cruel que assolava uma parcela significativa da população, e que em breve também nos faria de vitimas. Mas uma menina que tinha sonhos e que tinha esperanças.

Engraçado com a música tem essa capacidade de transportar as pessoas a tempos que pareciam esquecidos e nos fazem (re)viver momentos com a mesma intensidade de outrora.

E a pior ironia é ver os 13 anos de esperança construídos a duras penas desmoronando em poucas canetadas e um grupo de patifes com consentimento de alienados...

É..  Aquela menina cresceu. A música continua tocando... E essa mulher hoje sabe quem é Frida, Almadôvar... Continua sem entender a presa dos carros, das crianças.. Continua chorando ao telefone..  Continua “vendo doer a fome nos meninos que têm fome”.. E todos os dias se pergunta: “Eu ando pelo mundo e meus amigos, cadê? Minha alegria, meu cansaço? Meu amor cadê você? Eu acordei... Não tem ninguém ao lado”

(Ana Elizabete Moreira de Farias)

sábado, 1 de outubro de 2016

.S.a.u.d.a.d.e.


E hoje tá dificil respirar!
Tudo me lembra você e eu nem sei o seu rosto...
Lágrimas aos montes.. E aquela vontade de estar em teus braços.
Quando você chegará?
Estou ficando sem esperanças...

segunda-feira, 5 de setembro de 2016

Para uma galega...


Sonhei contigo, entrando num barco, águas calmas, noite, vento frio, lágrimas nos olhos, sem tristeza, mas com muita saudade e um aperto de distância.. Via o barco ficando sempre menor, até não te ver mais. Daí foi só escuridão.

terça-feira, 30 de agosto de 2016

Leão com ascende escorpião

Tenho medo de pouquíssimas coisas e quase sempre são medos imaginários. Deve ser coisa de Leão com ascende escorpião. Paciência nunca foi meu forte. Apesar de que nos últimos anos dei uma acalmada boa. Com certeza fruto das experiências acumuladas em 3 décadas de vivência nesse planeta chamado Terra. Mas se não sair da minha frente, passo por cima!


sexta-feira, 5 de agosto de 2016

Das muitas certezas

E uma certeza tinha: Nasceu de teimosa!
Porque almas indomáveis não se submetem e nem se acostumam. 
Apenas saem de cena para voltar com mais certeza daquilo que acredita!